domingo, 2 de fevereiro de 2014

Que seja amor

Oie, gente!? =)

Hoje vou postar um texto meio diferente do que costumo fazer aqui. Antentem assisti o final da novela Amor à Vida (agora é aquele momento em que certas pessoas vão ignorar a pessoa da geógrafa blogueira aspirante à poeta por assistir novela, mas Fuck It!). Então, Let's go!
A novela teve várias cenas emocionantes, isso é fato, mas a última cena da Edith (Bárbara Paz), pra mim, foi muito legal. Gostei de ver essa coragem para enfrentar todos os convidados, o noivo Herbert (José Wilker) e desistir de um casamento que seria realizado apenas por interesse financeiro.
É óbvio que cenas assim não são tão comuns na vida real. Mas o fato dela ter si libertado de uma "obrigação" "imposta" (pela mãe), e ir viver sua felicidade ao lado de quem a ama, o copeiro Wagner (Felipe  Gato Titto) foi lindo! *--*
Foi exatamente essa parte que me inspirou a fazer esse post. Quando vi os dois felizes, sorrindo, correndo pelas avenidas de São Paulo... Ah, me fez querer escrever um bom texto...


Pra mim, essa cena deles correndo pela praça, ela vestida de noiva e ele sem camisa foi a mais linda. Foi a prova que as loucuras de amor são necessárias para se sentir bem.


Que seja amor

Esse sentir é fervoroso, é eufórico, é  agora. Nunca pra depois. Dá coragem, dá vontade, dá liberdade para querer está junto... seja aonde for! Seja como for, seja sempre juntos. Eu me vi neste momento... Quem nunca quis fazer uma loucura de amor? E que loucura não é escolher alguém pra ficar e com ela correr o mundo? E que loucura não é querer fugir de tudo e de todos? Ficar só os dois no mundo. Ou ver todo mundo só olhando os dois? Numa noite de estrelas, olhando o breu do céu que mostrava nitidamente os azuis, os amarelos e os laranjas das estrelas que de longe viam um par loucamente apaixonado, correndo em direção ao futuro, estampando na cara um amor amado que entrou corpos a dentro e abraçou os estes corações.
Que seja amor. O sentimento único que não se define completamente, nem se sente pela metade. O sentimento que te faz acordar sorrindo e te faz passar o dia inteiro sonhando. Que envolve os corpos e os futuros. Que trás com leveza, mas chega sem pedir licença. Que seja amor. O puro sentir do estar bem, quando se tem alguém. Que se viva o amor, que nos faz sorrir sem motivos, ficar bobos e melosos. Que se tenha sempre amor. Para poder reviver momentos desejados, com alguém do lado. Que inspire e te faça voltar aquele lugar...
Que seja sempre o amor, o escritor das histórias mais loucas e mais inesquecíveis que havemos de viver, para que sejam lembradas com sorrisos indiscutivelmente verdadeiros e felizes.


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Por isso a poesia não me abandonou
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