domingo, 20 de novembro de 2011

Copo Cheio


No fim de uma noite fria e banal
Com apenas uma nota na carteira
Me vejo um indivíduo marginal
Não há no mundo alguém que me queira.

Entro no primeiro boteco aberto
Vou brindar com desconhecidos
Cansei de ter feito tudo certo
No fim sempre tive o coração partido.

Garçom, me traga um copo cheio
Me traga também uma cachaça
Vou aproveitar como criança no recreio
Vou esquecer toda minha desgraça.

Um brinde ao fim do meu amor!
Um gole quente descendo pela garganta
Eu fico a pensar no teu calor
E é isso o que mais me espanta!

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"Pra fazer poesia
tem que ter inspiração,

Se forçar...
Nunca vai ficar boa" - Vinícius de Moraes.

"Enquanto Eu tiver perguntas e não haver respostas... Continuarei a escrever"

- Clarice Lispector.

Meu mundo infinito particular:

Eu, somente eu
Escrito por mim sozinho
Ninguém mais do que eu
Minha voz, sou eu sozinho

De fato é difícil conviver assim
Com tudo aquilo que eu quero de mim
De fato é pesado ter que aceitar
Toda a realidade que sinto no ar

Por isso a poesia não me abandonou
nunca Me deixou
Por isso a poesia não me abandonou
nunca me deixou - A Poesia e Eu #Catedral.


Música e poesia, uma combinação perfeita para que eu entre nesse meu mundo particular, onde a natureza faz rimas só pra mim, e eu vivo infinitas possibilidades.

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